Esquizofrenia

A terapia reforça comportamentos desejáveis, estabelece limites e teste de realidade, desenvolvendo a tranquilização e estabilidade.

A esquizofrenia é uma síndrome de etiologia desconhecida caracterizada por perturbação na cognição, emoção, percepção, pensamento e comportamento. A esquizofrenia está bem estabelecida como transtorno cerebral, com anormalidades estruturais e funcionais visíveis em estudos de neuroimagem e um componente genético. 

O transtorno costuma ser crônico, com curso que abrange uma fase prodrômica, uma ativa, e uma residual. A fase ativa apresenta sintomas como delírios, alucinações e pensamento desorganizado. As fases prodrômicas e residual têm como características as formas atenuadas dos sintomas ativos, como crenças estranhas e pensamento magico, bem como déficit nos cuidados pessoais e nos relacionamentos interpessoais.

O tratamento inclui hospitalização e medicamentos, além de tratamentos psicossociais, como terapia comportamental visando reforçar comportamentos desejáveis. 

Terapia de apoio incluindo aconselhamento, tranquilização, informação, estabelecimento de modelos de conduta, estabelecimento de limites e teste de realidade, costuma ser a mais indicada, sempre contando com interação familiar no tratamento.