Transtorno da Ansiedade de Separação

A modificação comportamental inclui estratégias de ajustes gradativos para que a criança volte a separar-se dos pais.

É um transtorno mais comum em crianças de 7 ou 8 anos do que em adolescentes ou em crianças pré-escolares.
O indivíduo manifesta preocupação persistente e excessiva com a perda ou um possível dano às principais figuras de vinculação.

  • Preocupação persistente e excessiva de que um evento adverso possa levar à separação de uma figura importante de vinculação;
  • Relutância persistente em ficar sem as figuras de vinculação, podendo manifestar-se na recusa de ir à escola.;
  • Medo ou relutância persistentes e excessivos em ficar sozinho ou sem as principais figuras de vinculação;
  • Pesadelos repetidos envolvendo o tema de separação;
  • Queixas repetidas de sintomas físicos como dores de cabeça ou de estomago, em antecipação à separação;
  • Sofrimento excessivo recorrente quando a separação ocorre ou é previsível.A psicoterapia cognitivo-comportamental é amplamente recomendada como a primeira opção de tratamento. Concentra-se nas atitudes e nos sentimentos relativos a perigos ambientais exagerados. A intervenção familiar é fundamental.

A modificação comportamental inclui estratégias de ajustes gradativos para que a criança volte a separar-se dos pais.